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Thursday, March 25, 2010

No coração da Amazónia - Visao.pt

No coração da Amazónia - Visao.pt

Visão é um periódico de notícias e atualidades português. Nesta edição traz notícias de uma excursão pelos rios Solimkões, Negro e Unini, além de uma belo vídeo, disponível no You Tube. Portugal e Brasil, países irmãos, povos que precisam melhor se conhecer e se amar.

Thursday, March 11, 2010

paga e não bufa!!!‏

DEBATE - O deputado João Paulo Cunha (PT/SP) será o relator
Governo quer dar à Receita poder de juiz e de polícia sobre os contribuintes Projeto prevê quebra de sigilo, penhora de bens e invasão de domicílio pela Fazenda, sem passar pelo Judiciário Quinta-Feira, 11 de Março de 2010 | Estado de S. Paulo Versão Impressa Renato Andrade
Após dez meses em hibernação na Câmara, os deputados vão começar a discutir nas próximas semanas um pacote tributário enviado pelo governo que promove uma verdadeiro cerco aos contribuintes. No meio dos artigos para criar novos mecanismos de cobrança das dívidas ativas e penhora de bens, a Fazenda quer que seus fiscais ganhem poderes de polícia, sem autorização judicial. Os fiscais podem quebrar sigilo, penhorar bens e até arrombar portas de empresas e casas sem autorização prévia do Judiciário. O pacote cria um sistema de investigação com acesso a todos os dados financeiros e cadastros patrimoniais dos cidadãos. A nova sistemática de cobrança valerá tanto para a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, órgão responsável pela gestão da dívida ativa da União, quanto para as similares nos Estados e municípios. No limite, a penhora poderá ser aplicada contra uma grande empresa ou contra um contribuinte-pessoa física que tenha deixado de pagar o IPTU ou o IPVA. Na prática, um oficial da Fazenda, mesmo sem autorização de um juiz, pode arrestar uma casa ou um carro para quitar uma dívida tributária com o município. As três propostas foram enviadas em abril do ano passado, mas só agora começaram a ter tramitação efetiva - no mês passado foi criada a comissão especial da dívida ativa. O deputado Jurandil Juarez (PMDB-AP), que preside a comissão, pretende organizar ao longo dos próximos meses audiências públicas para discutir as propostas. O deputado João Paulo Cunha (PT-SP) será o relator das matérias. A retomada das discussões não passou despercebida por entidades empresariais, tributaristas e pela seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que classificou as medidas como abusivas e inconstitucionais. O Planalto alega que as propostas são "indispensáveis" à "modernização" da administração fiscal e diz que está garantido aos contribuintes o princípio da "ampla defesa". A OAB-SP, entretanto, entende de outra forma. "O conjunto de proposições choca pela forma contundente com que se pretende transferir, sem a intermediação salutar e constitucionalmente determinada do Poder Judiciário, e sem o devido processo legal, patrimônio jurídico dos particulares", afirmou a entidade em parecer entregue no mês passado ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), logo após a criação de uma comissão especial para discutir três dos quatro projetos de lei. Anteontem, o advogado-geral da União, Luis Adams, defendeu o pacote de vigilância fiscal no Conselho Federal da OAB. Adams disse aos advogados que as medidas são de interesse do Estado, e não do governo, pois ajudam a defender a sociedade dos sonegadores. As medidas, afirmou, ampliam o poder de fiscalização do Estado. Ele admitiu que a pressão administrativa da Fazenda e da Receita vão ajudar o contribuinte a ficar mais em dia com o Fisco. Para o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, o pacote tem "viés autoritário" e "joga no lixo a presunção da inocência que vale para todo o cidadão, tenha ou não problemas com a Receita". As medidas, acrescentou, "só são boas para o governo, que quer chegar o mais rapidamente possível ao bolso do contribuinte, mesmo que à custa da quebra de todos os paradigmas do processo tributário".

Friday, April 17, 2009

Ontem no Congresso

Comissão Mista de Mudanças Climáticas: debate sobre o Código Ambiental do Estado de Santa Catarina. Ideli Salvatti propondo "mediação" entre o governo do Estado e autoridades federais. Casagrande achando que "peculiaridades" não podem ser convertidas em "generalidades". Marina Silva, veemente, defendendo a legalidade e a constitucionalidade nas ações e políticas ambientais, e resistindo ao que denominou "senso comum". Tudo se esclareceu ao final, em entrevista para a TV, por Ideli Salvatti: respeite-se a legalidade e a constitucionalidade, então mudar a lei federal cabe ao Congresso! Ora ...

Friday, March 13, 2009

deu no Blog do Mendes Thame

Agora fazemos escola. Mas aprendemos a lição?Enviado em 13 de Março de 2009


O PROER, criado pelo Fernando Henrique Cardoso, foi alvo da ira implacável dos petistas, que diziam servir apenas para salvar da bancarrota os banqueiros amigos. O governador José Serra, recentemente, também foi alvejado por paus e pedras dessa retórica furiosa, ao criar programa para remunerar melhor os professores da rede pública paulista, que apresentassem melhores resultados nas aulas proferidas e maior dedicação aos alunos. Mario Covas e FHC, implantando programas habitacionais para a baixa renda e a concessão de benefícios a famílias carentes, estabeleceram que fosse a mulher a receber o título de propriedade ou a sacar na boca do caixa a prestação pecuniária.

Hoje, é o governo Lula que se beneficia da estabilidade dos ativos financeiros dos bancos nacionais, inclusive os bancos públicos, e sua ministra do coração diz irá realizar programa habitacional no qual será a mulher ou a chefe de família a receber o título e o financiamento habitacional. Agora, o presidente Barack Obama lança programa de reforma educacional nas escolas públicas dos EEUU centrado em estímulos direcionados ao professor, visto como mola mestra de qualquer sistema de ensino e de formação das novas gerações.

Qual lição tirar desses fatos? O Brasil de 2009 tem as condições de que desfruta para melhor enfrentar a crise econômica global de hoje porque aprimorou suas instituições e a gestão financeira e de políticas públicas, desde a década de 90. Foi o que reconheceu a economista do FMI, Teresa Ter-Minassiam, em palestra proferida dia 10 de março, terça-feira última, elogiando nossa política monetária que atravessou os governos FHC e Lula, incólume. Ter-Minassiam, vice-diretora do Departamento do Hemisfério Ocidental, entre 1997 e 2000, liderou as negociações do Fundo com o Brasil, e tomava aqui periodicamente nossa lição de casa em 1999, quando atravessamos grave crise fiscal e de balanço de pagamentos.

Mas também se pode imaginar que não tivemos uma bolha do sub-prime imobiliário apenas porque nosso sistema de financiamento habitacional é restritivo, as condições de emprego e renda de nossa população, a médio-longo prazo, incertas e o crédito para habitação escasso, bastando olhar para nossas cidades, onde vivem em torno de 80% da população brasileira, e as periferias carentes cheias de barracos e puxadinhos, para ver como há espaço para gerar empregos e renda e, quem sabe, até melhorar a qualidade urbanística de cidades sufocadas por um crescimento explosivo e sem regras por décadas. Medidas recentes, acertadas no curto prazo, como a redução do IPI de veículos, não foram acompanhadas de condicionantes como a aplicação exclusiva para os movidos a álcool ou o aumento da utilização na produção automobilística assim beneficiada de componentes e peças de fabricação nacional, demonstrando o quanto de precipitação e casuísmo houve na iniciativa, que deverá ser renovada e aperfeiçoada já a partir de abril de 2009, mas o governo não dá sinais de saber aproveitar e usá-la para aprofundar ganhos ambientais e econômicos.

Temos muito que fazer e pouco tempo para errar e corrigir erros. O melhor então é deixar de jogar pra platéia e nos preocupar em somar esforços e ouvir, mais que falar, para agir refletidamente.

Mendes Thame

Tuesday, March 13, 2007

Estou ligado no Technorati

Porque desejo dar mais visibilidade a este meu Blog, estou usando agora uma ferramenta disponível em Technorati (http://www.technorati.com). Testando! Um, dois, três. Testando!
Technorati Profile

Saturday, March 10, 2007

Olhaeuaê di vorta!!!

Desde meu último post e hoje, “aconteceu” o relatório executivo do Intergovernamental Panel on Climate Changes – IPCC, que trouxe argumentos definitivos e irretorquíveis sobre o aquecimento global enquanto resultado de ações do homem sobre o planeta.

Tá lá na página Web deles: http://www.ipcc.ch/

Acho que o governo brasileiro foi apanhado de calças curtas nessa questão. Foi um corre-corre e, de meio, houve reuniões promovidas por ministérios e órgãos da Administração afetos ao tema, mesmo que genericamente, para demonstrar alguma capacidade de resposta ou a mínima condição de enfrentamento do problema. Mas os especialistas parecem concordar que política pública, que é bom, e de médio-longo prazo então, que é melhor, lhufas!

Outro documento relevante que saiu publicado anteriormente (30 de outubro de 2006) - e preparava o terrreno para quem tivesse olhos para ver e ler, e ouvidos para estcutar - foi o relatório encomendado por Anthony Blair, Primeiro-Ministro britânico a Nicholas Stern, ex-economista chefe do Banco Mundial, encontrado na página Web do Ministério da Fazenda do Reino Unido: http://www.hm-treasury.gov.uk/Independent_Reviews/stern_review_economics_climate_change/sternreview_index.cfm
eplf10032007

Friday, January 12, 2007

Ambiente e preservação da Amazonia

Rodovias centralizam debate sobre preservação da Amazônia
De São Paulo
12/01/2007

publicado no Valor Econômico, Especial, de 12, 13 e 14 de janeiro de 2007, pg. A12


Este será o ano do "vai ou racha" para a Amazônia. Após meses de estudos, discussões e audiências públicas, o governo federal irá dar início a dois processos que estão no centro de sua estratégia para proteger a floresta. O primeiro será a implementação dos planos de manejo - as concessões à iniciativa privada da exploração sustentável na região. O segundo será a conclusão do "muro verde", um corredor de áreas protegidas do Pará ao Acre que visa estancar o avanço da soja e de madeireiras na maior floresta tropical do mundo.


As duas iniciativas têm como objetivo ordenar milhões de hectares da Amazônia, onde 75% das terras são públicas e boa parte é um faroeste sem lei, e fomentar atividades produtivas sustentáveis.


No centro da discussão estão duas rodovias, BR-319 e BR-163. Defendidas por produtores sob o argumento logístico e da integração com o resto do Brasil, elas são criticadas por ecologistas dados os desequilíbrios socioambientais que normalmente as seguem.


O caso mais adiantado e que servirá como modelo para projetos futuros é o da BR-163, que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA). No entorno da estrada, o governo criou unidades de conservação de proteção integral, que proíbem atividades humanas, e florestas estaduais, que permitem o manejo. Falta agora coordenar a exploração. Segundo Tasso Azevedo, diretor do Serviço Florestal Brasileiro, o governo faz os últimos ajustes para conceder ao setor privado 9 milhões de hectares para exploração no raio de 100 quilômetros para cada lado da estrada. "Esperamos gerar benefícios socioeconômicos para a população local através da vocação da floresta, no caso, a extração de madeira."


Ao criar planos de manejo, o governo pretende ordenar uma atividade feita há décadas à revelia da lei e, assim, evitar o desmatamento desenfreado comum em áreas de desenvolvimento criadas quando o asfalto corta a selva. Estima-se que o número de empregos pule de 18 mil para 100 mil na região.


Com quase 1.800 quilômetros, a BR-163 tem metade do trecho de terra e sofre pressão dos sojicultores pela pavimentação completa. A rodovia é vista como estratégica para o escoamento de grãos do Mato Grosso. Em 2003, a Cargill inaugurou seu terminal de soja em Santarém, cidade portuária do Pará, elevando ainda mais a pressão.


O mesmo risco de desmatamento e ocupação humana se dá na BR-319, que une as capitais Porto Velho (RO) e Manaus (AM). O Ministério do Meio Ambiente quer criar uma zona com áreas protegidas nos moldes do que foi feito com a BR-163. Esse distrito engloba partes do Acre, Amazonas, Rondônia e Mato Grosso e está atualmente na fase de desenho do seu perímetro.


O entorno da BR-319 é particulamente aguardado pelos ambientalistas porque a implementação de suas unidades de conservação fecha o chamado "muro verde" da Amazônia, uma estratégia conjunta do governo e da sociedade civil para conter a soja e os madeireiros. Quando completo, o corredor terá quase 30 milhões de hectares consecutivos de áreas protegidas.


Mas se fecha o "muro", o distrito da BR-319 abre espaço para a exploração de quem inevitavelmente chegará e quem já está na região. E aí a discussão fica acalorada. "A idéia é transformar a maior parte daquele distrito em florestas estaduais de uso sustentável, o que é um objetivo explícito de submeter a região à ação madeireira", diz André Muggiati, do escritório de Manaus do Greenpeace. "Essas são florestas intactas, que nunca tiveram pressão madeireira", argumenta.


Apesar da crítica, o governo rebate que está se antecipando e tentando assegurar a preservação da floresta dando opções limitadas de sua exploração. Ao contrário do que ocorreu no Pará, onde a indústria e os garimpeiros chegaram antes. "Uma das nossa prioridades é reflorestar o distrito de Carajás", diz Azevedo, do Serviço Florestal. "O foco será a cadeia produtiva das siderúrgicas, segmento que recebeu R$ 800 milhões em multas por desmatamento ilegal". Segundo ele, a expectativa é de plantio de 1 milhão de hectares em dez anos.


Além do desmatamento, o Pará lidera o ranking de Estados que se utilizam de mão-de-obra escrava. Um levantamento divulgado no mês passado pelo Ministério do Trabalho e Emprego mostra que os Estados com mais trabalho escravo no país estão justamente no arco do desmatamento, onde a vegetação perde espaço para os empreendimentos agropecuários. O Pará lidera a lista com 35,5% dos casos.


Para o ministério, entre as atividades típicas nas quais os trabalhadores são submetidos a condições degradantes estão a derrubada da floresta nativa para a ampliação da pastagem e a limpeza dos terrenos para plantação de soja. (BB)

(Nota do blogger: Não constitui ofensa aos direitos autorais a reprodução de notícia ou de artigo informativo, publicado em diários ou periódicos, com a menção do nome do autor, se assinados, e da publicação de onde foram transcritos. Cfme. art. 46, da Lei no. 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. Publicada no DOU de 20.2.98.)

Monday, January 08, 2007

início, outra vez

Estou reiniciando este blog, que ficou desativado desde sua criação. Vamos ver no que vai dar.